10 de janeiro de 2009

Polaroid reinventa a foto instantânea para a geração digital

A Polaroid lançou a versão digital das fotografias instantâneas que tornaram a empresa famosa, uma câmera que inclui uma impressora sem tinta, a PoGo, pequena o suficiente para "ser carregada a todos os lados".

A inovação, apresentada no Consumers Electronic Show (CES) de Las Vegas, foi lançada dois anos depois do fim da produção das câmeras Polaroid instantâneas com filme.

A PoGo retoma a tecnologia da impressora Zink, lançada há um ano e comercializada desde junho de 2008, que pode imprimir sobre papel térmico colorido as fotos enviadas por telefones celulares e outros aparelhos portáteis.

"Basta pressionar um botão para escolher entre as fotos digitais da câmera, enquadrá-las ou retocá-las, e imprimir em cores, em menos de 60 segundos, imagens de 5 x 7 cm, tudo em apenas um aparelho", destaca a Polaroid.

"É a versão digital de nossa câmera instantânea, que os consumidores adoram desde os anos 70", afirmou o diretor geral de imagens digitais da Polaroid, Jon Pollock.

A Polaroid, que recorreu à proteção de lei de falências para fazer uma reestruturação, garante que não é mais necessário sacudir as fotos impressas para acelerar a revelação da imagem.

A câmera fotográfica instantânea PoGo mede 11,75 x 7,5 cm e pesa menos de 300 gramas. A foto impressa sai da parte de trás da máquina e não por baixo, como acontecia na versão tradicional.

FONTE: Agence France-Presse

15 de dezembro de 2008

Feira de tecnologia no Japão tem câmera digital que funciona sem baterias


Câmera 'Twil N Take' tem 3 megapixels de resolução e não usa baterias - funciona com um dínamo. Ela foi apresentada na Eco Style Fair, em Tóquio (Japão)

Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP

27 de novembro de 2008

Empresa japonesa lança câmera digital com impressora embutida

A câmera digital Xiao TIP-521, fabricada pela empresa japonesa Tomy Co, traz uma novidade que vai animar os fãs das antigas Polaroids: ela vem com uma mini-impressora embutida. O novo brinquedinho permite ainda que o usuário edite as imagens antes de imprimi-las, o que pode ser feito até 45 segundos depois que a fotografia for tirada.

A Xiao tem 5 megapixels, zoom digital de 4x, tela LCD de 2,48", suporte para cartões SD. Ela tem medidas de 149.5mm x 74.5mm x 25mm e pesa 294 gramas. A impressora tem resolução de 313dpi e imprime até 20 fotos de 5 x 7,6 cm. A nova câmera custará US$ 360 no Japão.

FONTE: O Globo

24 de novembro de 2008

Câmera de 1,4 gigapixel defenderá o planeta

Uma câmera digital capaz de gerar imagens 200 vezes maiores que as câmeras topo de linha disponíveis no mercado consumidor foi criada pelo MIT Lincoln Laboratory para vigiar o céu e defender a Terra da queda de possíveis asteróides ou cometas.

De acordo com o site InformationWeek , a câmera de 1,4 gigapixel (ou 1400 megapixels) entrará em ação em dezembro e fará parte de um protótipo de telescópio instalado em um observatório na montanha Haleakala, no Havaí.

O telescópio é um entre quatro que deverão ser instalados no domo do observatório, parte de um sistema chamado de Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System), projeto em desenvolvimento pelo Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí.

Em entrevista ao MIT News , o astrônomo John Tonry, envolvido no projeto, explicou que o gigantesco instrumento será capaz de capturar imagens com resolução de 38 mil por 38 mil pixels, e quando o conjunto estiver pronto monitorará uma área seis vezes maior que a Lua, detectando estrelas dez milhões de vezes melhor do que pode ser feito a olho nu.

Quando o Pan-STARRS estiver totalmente operacional, o céu inteiro visível do Havaí, que representa cerca de três quartos do céu total, será fotografado uma vez por semana. As imagens serão transferidas então para poderosos computadores e analisadas à procura de mudanças, que poderão indicar a existência de grandes asteróides em rota de colisão a tempo que medidas sejam tomadas.

O conjunto de telescópios também será utilizado para catalogar 99% das estrelas do hemisfério norte que já foram observadas, além de permitir aos astrônomos descobrir e monitorar planetas e objetos raros de outras galáxias.

Em um Congresso realizado em 2005, foi especificado que o ideal seria monitorar ao menos 90% dos objetos maiores que 140 metros próximos à atmosfera terrestre. Um relatório de 2003 da NASA aponta que um meteoro de 60 metros que caiu na Terra há 50 mil anos formando uma cratera de mais de um quilômetro de extensão e 200 metros de profundidade no estado do Arizona gerou mais de 10 megatons de energia. Um evento parecido, supostamente ocorrido na península do Yucatàn, no México, é apontada hoje como a causa provável da extinção em massa ocorrida há 65,5 milhões de anos, que vitimou diversas espécies incluindo os dinossauros e outros grandes répteis.


FONTE: Yahoo! Notícias